nº 3, the Larch!

December 5, 2007 at 7:43 pm (Uncategorized)

as vezes o Mallmann acerta!

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As vezes o fabs acerta

December 4, 2007 at 7:06 pm (Uncategorized)

Puta merda. O fabs, por mais incrível que pareça, acertou em cheio. Este Saul Williams é um animal, um torto. Se isso é hip-hop, então eu sou fã. Não consigo parar de escutar NyggyTardust. É maravilhoso. Fazia tempos que eu não via tanta raiva assim. E façam o seguinte: na mesma pasta ponham as últimas faixas do NyggyTardust, pode ser a partir da SkinOfADrum, e façam tocar o Year Zero depois. Mas o Saul e o NiN. Só não é o mesmo disco porque são dois caras diferentes. Os discos se completam e não se sobrepõe. O lance todo é que nas músicas finais do Tardust, o Trent pegou as partes ambientais do final do With Teeth, e pôs o absurdo musical que é o Year Zero, com um negão que é um puta letrista. PUTA letrista. Dá pra sentir direitinho a influência do Saul, e é evidente o Reznor nas músicas.

Eu tenho procurado coisas do Saul no YouTube, e o cara não errou a mão. Black Stacey. List of Demands. Foda.

Mas o meu radinho anda um tanto schizo. Saul, NiN, SoD (que descobri uma puta banda de metal). Funker Vogt. Esse é foda, mas já teve um post.

 

uma amiga me passou isso

FODA

[html=http://www.msnbc.msn.com/id/20896378/]

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November 29, 2007 at 7:50 pm (Uncategorized)

Sei que faz tempo que não escrevo. Acho que estou devendo pros meus dois leitores. Então vai lá:

Dia 1º completamos, eu e a ana, quatro anos juntos. é uma caralhada de tempo. não achei que ia me acertar com uma guria assim tão cedo na minha vida. claro que tem seus altos e baixos, o que é natural, mas tem sido uma ótima constante na minha vida, estarmos juntos. amo ela de verdade.

na faculdade. a faculdade anda MUITO mais rápido que eu achei que iria. tô na metade do curso, fechando o quinto semestre. é certo que é um outro momento da minha vida, mas ainda me espanto do modo como tenho levado. eu não tenho cagado, tenho feito tudo certo, e  – pasmem! – sou um ótimo aluno. não sou a tati, mas não sou mais como era.

saudades daqueles dois.

no estágio. o estágio anda muito bem. eu troquei, saí da pge e agora estou fazendo sentenças no foro regional do 4º distrito. vara de crime. eu sei nihil de penal, mas tô aprendendo bem rapido. hoje, aconteceu uma merda lá. não – não fui eu que dei ensejo a merda – pasmem! – foi a juíza que cagou. antes de eu assumir, tinham dois estagiários. um do gabinete, e um que foi cedido da direção do foro para o juiz locado na vara. pois bem, eu fiz a entrevista e assumi a vaga do gabinete. a juíza substituta entrevistou mais quatro pessoas e escolheu uma menina baiana bem legal. eu comecei duas semanas antes da menina. segunda ela assumiu. hoje, no final da tarde, a escrivã disse pra juíza que a vara só tem UMA vaga – a minha. a baiana largou do estágio anterior pra vir trabalhar ali, sabe? é foda isso. fiquei MUITO puto da cara, mas quando fui perguntado, eu disse que preferia ficar com o estágio. olha, eu realmente preciso do estágio, mas ela também. fiquei muito divido – nestes momentos eu sou de mandar a merda e dar o estágio para ela – mas na boa? eu acho que mereço. não sei direito como sentir.

afora isso, o estágio tá uma maravilha.

no mais, nada de novo. levando essa vidinha meio murrinha em casa, mas com espectativas grandiosas mais pra frente.

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Funker Vogt

October 31, 2007 at 6:09 pm (Uncategorized)

Isso é tri legal.

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October 11, 2007 at 11:56 am (Uncategorized)

é, eu sei. nem de longe eu sou bom o suficiente


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sou nerd

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ontem

October 10, 2007 at 8:08 pm (direito e 2 cents, sistemas e filosofia)

to be more of a oddballto be more of a oddballto be more of a oddball

Ontem fui com o Nato no Damask. Apresentei o cara ao narguilé bem feito. Dei um azar violento quando comprei as minhas últimas caixas de tabaco e descobri que estavam todas velhas. Vou fumar só de birra.

O Nato é um cara bem legal, e me diverti pacas. Passei o dia inteiro hj pensando em algumas coisas. Poucas, mas importantes. O fabs está para receber a resposta da Capes, e isso deve ter declarado guerra entre ele e o rosto dele. Eu tenho a sincera impressão que vai tudo dar certo, e estou na torcida. O cara merece. Apesar dele gostar de dylan. (letra minúscula mesmo). Apesar dele não gostar de música farofa, nem de anime. Mas ele merece mesmo assim.

Tava viajando hj no ônibus, entre momentos de r.e.m. e cenários de putaria mental qual era afinal o objetivo do direito. A minha primeira resposta foi a mantutenção do status quo. Se fosse a manutenção do estado Gor seria melhor. (google Gor pra entender a piada). Mas aí eu me dei conta de que se fosse só pra isso, não teríamos modificações que não aquelas econômicas – o estado sería mínimo e totalmente liberal. Não teríamos por aqui a Maria Berenice, por exemplo. Imagino que seríamos menos hipócritas. “Escuta, mané, é assim porque decidimos e pronto e te fode o direito do consumidor”. Tem aquela coisa da transferência também. Se não achássemos em algum nivel que o Juiz efetivamente tem as respostas, como um totem freudiano, mantendo as leis e dizendo o que a gente tem que fazer porquê isso é certo, não faríamos. Não teria polícia que contesse o povo. O totem é forte, no direito, mas é mutável. Talvez mais mutável que na metáfora do comedor de ópio que inventou uma ciência pra explicar o tesão dele pela mãe. Aí, pensei que podia ser a resposta besta e romântica da busca pelo justo. Pois é, desde que inventaram a novela das oito, justo é a Odette Roitman morrer. A definição de justo, como na minha opinião, a moral e o direito em si, são construções culturais. Sendo assim, o justo poderia estar indicado numa leitura dos valores determinantes daquele grupo social. Pois é, quanto menor o grupo, mais fácil ser justo. Acontece que estamos inseridos numa sociedade que se comunica e muito com as outras. Claro que somos invadidos e bombardeados por informações de todos os cantos do planeta. Aí acontece que, com tantos dados, fica muito complicado estabelecer quais regras são as mais fundamentais. A cultura não tem um groundnorm (como é que se escreve isso em alemão?). O direito até teria (que se faça a constituição! se eu não me engano é kelsen), mas mesmo assim, não especifica o conteúdo da própria. Buenas, tinha um cara, e eu não me lembro se era o tio ari, ou o Robin dele que falava que o justo é a busca do equilíbrio. Bom isso não é assim no direito a muito tempo. No direito se busca a proteção de valores, e faz-se a operacionalização dos mecanismos de proteção a estes valores. O justo aí seria a busca e efetivação destes valores. Mas como o direito é interpretativo, e os próprios valores mudam de significado, então como se calcificar este ou aquele método de garantir os valores que o ordenamento escolheu?

Olha, eu disse que os valores mudam de significado. Sim, mas eles em si continuam os mesmos. Olha só o direito a dignidade. Começou-se pensando que era somente ter uma vida digna. Com a nossa incapacidade sagaz de dizer o que é digno, passamos a dizer o que não é digno. Não é digno viver abaixo da linha de probeza. Não é digno ser estuprado. Não é digno carregar o fruto de um estupro. Não é digno ter que escutar Maurício Mattar. Aí passamos a pensar no contrário senso disso. Olha só: é digno ter chances de cresecer na vida. De estudar. Da mulher ter controle sobre o corpo. É digno (e necessário escutar Nine Inch Nails. Mas o que é dignidade, ainda não foi definido. E não vai ser. Pois bem, tento no foco que o significado dos valores protegidos pelo ordenamento mudam, o significado do que é justo também muda. O ordenamento procura sim, um tipo de segurança mínimo, aquela garantia russeauniana de paz para a continuidade da vida. Poderia dizer, então que justo é a manutenção desta segurança mínima e que os valores abarcados como pilares da constituição são os parâmetros deste justo. Assim, sendo, como delimitadores, o justo começa e acaba nos direitos fundamentais. Cada decisão deve buscar base nesta orientação. Mas isso vem abaixo no momento em que se põe um fator na equação: as pessoas. Pessoas são informadas com valores levemente diferentes. Não só são levemente diferentes, como a ordem de apropriação da realidade que é feita em cada um obedece fatores internos que, embora comunicáveis com o mundo exterior a mônada, são principalmente instintivos. Os valores, em cada um obedecem ordens de prioridade diferente. É o que faz que ajamos e sintamos de maneiras diferentes. Eu disse num outro post que os instintos nas pessoas são reações a signos exteriores, informados por sentimentos que por sua vez são a reação a outros signos, ou necessidades, interpretadas segundo as experiências e modificados pelas modulações valorativas anteriores. Pois é, como isso tudo se passa num nível que não é racional (para mim, depois eu explico isso) o juiz, embrora constrito pela metodologia que aprendeu, ainda assim responde a necessidade do caso concreto através destas inflexões. Por isso, o justo, em cada juiz é diferente. Resumindo: embora seja justa a manutenção destes valores mínimos, estes valores estão relacionados a interpretações de indivíduos que reagem de forma diferente aos mesmos estímulos. E ainda tem a questão dos tribunais políticos. E este é um outro post.

 

 

Vou acabar por aqui porque ninguém vai comentar =P

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como se faz isso?

October 2, 2007 at 1:27 pm (Uncategorized)

eu quero por no site daquelas coisas que as pessoas mandam recados e brigam online. acho que o nome é blabberbox, chatterbox, ou coisa assim. algum, dos meus dois leitores sabe como se faz?

numa outra nota, na aula de responsabilidade civil, eu tive uma das piores explanações da minha vida. olha, a professora é ótima. é uma BOA professora, e por incrvível que pareça, uma professora BOA. Mas ela estava falando da responsabilidade civil de incapazes, e acontece que no novo código, os incapazes são responsáveis pela reparação do dano. Isto é, se causarem dano, tem que indenizar. No código antigo, não era assim. Não indenizava e pronto. O lance todo é que a responsabilidade não é absoluta. No §´primeiro do artigo este, fala que “se a indenização for retirar os meios de sustento do incapaz, o juiz usará de equidade para fixar o valo devido” aí a professora fala que “equidade é aplicar o justo no caso concreto” PUTAQUEPARIU! O justo não é isso! O justo é uma daquelas coisas que são tão culturais, mas tão culturais que, quando se tutela num sistema artificial como o direito, ninguém sabe descrever o que é, só sabe o que é. Os pelinhos da minha nuca se levantaram. Perguntei para ela se não era melhor usar alguma coisa como “equidade, neste sentido restrito, é colocar um parâmetro de indenização se se relacione com o patrimônio do incapaz” Ela me disse que sim, é melhor.

e eu me senti bem.

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aula de execuções

September 24, 2007 at 3:51 pm (direito e 2 cents)

Hoje, na aula de execuções, o professor perguntou qual era a carga da sentença da fase da liquidação de sentença. Eu respondi imediatamente que era uma carga declaratória. E ele me disse que tem duas correntes: uma que diz que é declaratória e outra que diz que é consitutiva. Ele faz parte da segunda. Disse que a carga é consitutiva porque atribui um novo elemento a uma sentença, que é a liquidez. Da forma como eu vejo, ela é declaratória porque neste momento processual é que se procura declarar o quantum, que previamente não se tinha como precisar. E faz diferença na vida real? Não. Mas é interessante mesmo assim. Outra coisa que nós estávamos falando era do reflexo civil da condenação penal. Ele estava comentando que muito embora a condenação penal pecrlui da discução sobre autoria e fato no cível, mesmo assim existem instãncias em que não é possível a execução. Deu o exemplo de um ilícito tributário. O exemplo é assim: eu calço as notas do meu estabelecimento a coisa de cinco anos. No processo penal fica provado, que quatro notas foram calçadas, no período de três anos. Como se liquida esta sentença no cível? Bom, podería-se dizer que entre a primeira e a última nota, neste período houve o ilícito, logo, tudo o compreendido deveria ser liquidado. Mas como o trânsito se deu sobre a prova de apenas aquelas quatro notas, no meu entendimento, somente essas podem ser executadas. O resto do período deve ser levantado com outra ação.

idéias?

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idéias para pensar sobre

September 24, 2007 at 2:21 pm (sistemas e filosofia)

aqui é um bom lugar para por aquelas idéias que eu preciso pensar sobre.

algumas coisas:

a) é tudo óbvio;

b)alguém já deve ter dito de forma melhor;

c) eu não tenho (ainda) a leitura que preciso para pensar com clareza sobre estas coisas.

então lá vai:

- tanto os sentimentos quanto a razão são influenciados pelo espaço e pelo tempo em que estão inseridos.

- não existe razão pura. se existisse razão pura ela não seria humana.

- tudo o que é humano é influenciado pelo lugar e pelo tempo em que estão existindo.

- o pensamento é o processo pelo qual relacionamos, arranjamos e rearranjamos o que quer dizer,  primeiro das coisas e depois do signo dos estímulos que recebemos.

- Signo é o resultado do relacionamento de um estímulo com um o que este estímulo é para a pessoa que o percebe.

- a razão é o ordenamento generalizável de símbolos em proposições.

- o sentimentos são reações a estímulos, signos e proposições, primeiramente  surgidos de nossas necessidades básicas, através de ações físicas ou mentais (isso tá ruim, mas eu não tenho ainda uma boa definição.)

resumindo o que eu quero dizer: tanto os sentimentos quanto a razão são localizadas no espaço e no tempo. a diferença é que o sentimento em si pode expressar uma necessidade básica diretamente, como fome, sede, desejo, e raiva, e o faz quando somos muito novos, mas pode ser reação a símbolos e proposições dos outros. A razão por sua vez, vem da possibilidade que temos de criar correntes de símbolos que possam ser aceitas pelos outros, e que sejam de verificação aparente. Do pensamento, que é um processo pelo qual damos, retiramos, e rearranjamos o que os símbolos querem dizer para nós é que brota a razão. Mas como a razão nasce de pensamentos, informados pelo sentimento, é um processo tipicamente humano. Então, embora todos aceitem que por exemplo 1+1=2, ainda assim, não existe matemática que não seja essencialmente humana. Por isso, eu não entendo porque se fala em razão pura. Não existe, para mim, rezão que não seja humana, que não seja informada pelos sentimentos, e que seja totalmente generalizável. O que temos são acordos mínimos sobre o significado dos símbolos. E porque isso é importante? Porque aí se entende que não existem ´mínimos absolutos de aceitação. Então, coisas como a moral se tornam muito mais fluídas, e de difícil operacionalização. Se a moral é um sistema de ordenamento de condutas, ordenamentos baseados em valores, que são generalizações de sentimentos(volto aqui mais tarde), então todas as morais possíveis estão circunscritas em círculos de comunidades. Estes valores, porque são baseados em sentimentos, sofrem modificação do contexto em que estão inseridas, e no tempo em que são atuantes. E a razão? A razão operacionaliza esta moral, criando sistemas de aplicação delas, como o direito e como a moda.

depois eu continuo

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livrinho

September 17, 2007 at 10:37 pm (direito e 2 cents)

Estou a ler um livrinho interessante. Chama-se “Pensamento Sistemático e Conceito de Sistema na Ciência do Direito”. Fazendo um resumão, é o que temos em Teoria Geral do Direito. As diversas fases e concepções do Direito, e do Direito como Ciência. Fala de toda a passagem pelas formas de sistema, de positivismo e estas coisas. E devo estar meio louco babento, porque é divertido. Não tenho a pretensão de dizer que sei muito do que estão falando no livrinho, mas aos poucos estou me acostumando com a linguagem. Na realidade, se eu entendi alguma coisa, sistema é um conjunto ordenado de conhecimento, baseado em princípios operacionalizadores de unidade. O problema que vejo é simplesmente que não existe sistema de direito sem abertura para a realidade. Não tem como ser fechado. Não dá pra ser nunca auto-referente. Do meu ponto de vista, o direito é tão cultural quanto a moda. Pensa só, as duas coisas tem similaridades. São conjuntos morais.(eu uso moral no sentido leigo, não tenho leitura para tentar conceitualizar de forma diferente) Moral, para mim, são instruções informadores de conduta. Tanto o direito quanto a moda procuram apontar para o que os integrantes de um determinado grupo devem fazer. O que é certo, o que é errado, o que se deve fazer, e onde pode-se ultrapassar as regras anteriores. Os dois conjuntos são tanto autoreferentes, quanto mais ou menos abertos ao qüotidiano: tem regras que só fazem sentido enquanto vistas dentro do próprio conjunto de regras que fazem parte, e são abertos porque não têm existência descontextualizadas, fechadas em si mesmo. Tanto o direito quanto a moda, não fazem sentido em si como linguagem, sei lá como a matemática deve fazer. 1+1 = 2 aqui e nas arábias. (menos dentro do miniver), mas, se as mulheres usam burcas, o que é justo, e o que é sexy, muda de região para região. O que quero dizer com isso é que, retirado do espaço geográfico e temporal, tanto a moda quanto o direito não fazem sentido. Mas ao mesmo tempo, em cada conjunto (direito e moda) existem roldanas que fazem com que a máquina gire. No direito, nós temos a doutrina. A doutrina cria formas de entendimento para as regras que devem ser seguidas. Já na moda, temos a alta costura. A alta costura não se compra, mas aponta o que vai ser bonito e como deve ser usado. Claro que as diferenças são gritantes, e eu não digo que as regras de um se apliquem no outro. Mas que as similaridades existem. Os dois sistemas de conduta procuram se perpetuar, e o fazem bem. Os dois são herméticos pacas.

Bom, mas voltando ao assunto, a moda e o direito, enquanto conjuntos de regras de informadores de conduta não podem ser retirados da sociedade a que fazem referência. Por isso me estranha falarem em sistema emsimismado de direito. Buenas, sei que hoje nós temos as lacunas, as cláusulas gerais e as formas de integração. E também sei que o sistema se perde por causa disso. Mais ou menos como o CPC. O CPC foi pensado como um conjunto sucessivo de procedimemtos, ordenados de forma clara (senão hermética) de acontecimentos. Mas não funciona. É muito lento e muito, mas muito complexo. Nós temos vivido uma reforma no CPC, tentando dar mais agilidade e facilitar a vida das pessoas que trabalham com ele. Mas percebam, embora a boa intenção, ficou uma bagunça. Não chegamos a ter tela azul, mas com certeza fica um pouco manco.

 

Com sono. Depois eu continuo nos meus dois cents.

 

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